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Abrindo os olhos para a Blefaroplastia

Cirurgiã plástica Suzy Vieira fala sobre a cirurgia para a qual cerca de 100% da população tem ou terá indicação de ser submetida.

Quantas vezes nos olhamos no espelho e o que vemos é um ar cansado na região dos olhos, sem necessariamente estarmos. Quem nos explica a razão para isso é Suzy Vieira, cirurgiã plástica, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e da Sociedade Brasileira de Laser, mestre em cirurgia plástica pela USP, atua nas áreas de cirurgia estética, reparadora e cosmiatria, “essa aparência vem do excesso de pele formado na região ao redor dos olhos, deixando-a ainda com um aspecto envelhecido”.

Este excesso de pele citado pela médica também afeta a questão das mulheres que gostam de usar delineador ou mesmo o rímel, queixando-se que têm maior dificuldade, pois borram muito mais devido a essa sobra de pele.

Outras importantes indicações são para aqueles que têm olhos sempre inchados que causam aspecto de “ressaca” da noite mal dormida; alguns pacientes orientais ou descendentes deles que querem ficar um pouco mais ocidentalizados ou mais que isso, para quem já perdeu um pouco da qualidade de vida em razão dos olhos ficarem praticamente fechados, dificultando a visão em vários aspectos da rotina.

A cirurgia chamada de Blefaroplastia consiste na retirada do excesso de pele nas pálpebras superiores e inferiores além do excesso de bolsas gordurosas que podem existir em ambas pálpebras.

Algumas pessoas não possuem excesso de pele, “portanto, nestes casos, retiramos apenas as bolsas de gordura por dentro das pálpebras, sem a necessidade de incisões e cicatrizes externas” explica Suzy Vieira.

Na grande maioria das vezes a cirurgia é realizada com anestesia local associada a uma sedação para maior conforto do paciente, mas também pode ser realizada com anestesia geral. Normalmente a internação é apenas por algumas horas, o suficiente para recuperação da anestesia, sendo a alta hospitalar bem precoce, geralmente no mesmo dia do procedimento.

Quanto à recuperação, a cirurgiã plástica esclarece que “não é comum a queixa de dor no pós-operatório, mas o inchaço e as manchas roxas são esperados, já que a pele da região das pálpebras é muito fina e rica em vasinhos (podem durar até 15 dias em média, dependendo de cada paciente”).

Ainda sobre o pós-operatório a restrição é dada pela aparência, já que o inchaço e as equimoses – manchas roxas – estão geralmente presentes. Não há necessidade de repouso prolongado, portanto, a depender da profissão, o retorno ao trabalho pode ser bem precoce. A retirada dos pontos se dá com cinco dias e a restrição ao sol é mais prolongada, aproximadamente três meses, sendo indicados o uso de protetor solar e óculos escuros.Pode-se fazer uso deanalgésicos se houver necessidade; compressa fria local e higienização; colírio como lágrima artificial e a recomendação de não usar lentes de contato por no mínimo oito dias.

Para concluir Suzy explica que “nas pálpebras inferiores as cicatrizes são muito mais discretas e se tornam praticamente imperceptíveis com o passar do tempo”. 

Sobre a médica

Suzy Vieira, cirurgiã plástica, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e da Sociedade Brasileira de Laser, mestre em cirurgia plástica pela USP, atua nas áreas de cirurgia estética, reparadora e cosmiatria.

MALU REDA ASSESSORIA

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